FLEXOGRAFIA SELLERINK

Por Marcos Anghinoni - Diretor de Vendas

Participação: Marco Carvalho Alves - Supervisor Técnico Sellerink
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FLEXOGRAFIA

Como dissemos no post anterior da série Flexografia, a Sellerink, após pesquisas e estudos, entrou definitivamente no segmento Flexográfico UV Cure, oferecendo ao mercado o mesmo serviço já conhecido em Offset, ou seja, customização, agilidade e compromisso com prazo de entrega. Esses fatores fazem parte da vocação da Sellerink e a unidade de negócios Flexo UV está inserida neste todo.
FLEXO SISTEMAqui no Sellerink Blog nossa intenção é informar tecnicamente os nossos leitores, clientes, pesquisadores e todos que fazem o Universo Gráfico. Como fizemos com Offset, pretendemos publicar alguns posts sobre Flexografia. Claro que o nosso conhecimento ainda é incipiente diante da grandeza desse mercado e dos inúmeros técnicos de altíssimo nível que dele fazem parte. Por isso mesmo, fica aqui o nosso pedido para que enviem suas dúvidas, sugestões e também seus conhecimentos e ensinamentos, pois precisamos e queremos aprender cada vez mais.

CONCEITO

Flexografia é o processo de impressão gráfica que teve o crescimento mais rápido nos últimos tempos, especialmente em embalagens de papelão (flexo base água) e filmes flexíveis (base solventes). Houveram também avanços significativos em vários outros tipos de impressos, graças a grande melhora na qualidade da impressão flexográfica, causada principalmente pela entrada da tecnologia UV Cure no segmento. A Flexografia UV ganhou mercado, principalmente no nicho de rótulos e etiquetas auto-adesivas que exigem alta qualidade técnica.

HISTÓRIA

O antecessor do tipo de impressão que conhecemos hoje como FLEXOGRÁFICA, foi desenvolvido em 1890, por uma empresa de impressão inglesa chamada Bibby, Baron &Sons. Por volta de 1905 surge a primeira impressora chamada "Anilina", patenteada em 1908, por C.A.Holweg. Nesta época, a impressão Flexo era chamada de impressão "Anilina", por causa do tipo de tinta utilizada, cuja cor era alcançada com o uso de anilina. FLEXO CHAPAA impressão não tinha boa qualidade, pois não havia como dosar a quantidade ideal de tinta na impressão, até que em 1938 foi inventado o rolo "Anilox". Com o novo processo utilizando anilox, a qualidade de impressão melhorou muito e o tipo de impressão começou a se firmar [caption id="attachment_2237" align="alignright" width="300" caption="Rolo de Anilox"]Rolo de Anilox[/caption] definitivamente. Também foi por volta de 1938 que começaram as mudanças nas tintas, substituindo a anilina por corantes e pigmentos mais adequados, pois a anilina não era adequada a impressão de embalagens de produtos alimentícios, por exemplo. Apesar da evolução, o nome "Anilina" e a conotação negativa persistiam, até que em 1951, Franklin Moses começa uma campanha para alterar o nome do tipo de impressão. A publicação "Mosstyper" passa a fazer uma pesquisa com seus leitores visando escolher um nome adequado ao tipo de impressão, com três denominações pré escolhidas por uma comissão. Ao final da pesquisa a denominação "Impressão Flexográfica" venceu e a partir de então passou a ser a denominação oficial do tipo de impressão que usa uma placa de borracha macia, gravada com imagem em espelho e que cria a imagem impressa como se fosse um grande carimbo. Originalmente essa técnica foi limitada a impressão de produtos que não exigiam grande qualidade de impressão, como caixas de transporte (caixas de papelão). uvFaceCom o passar do tempo, Flexografia foi melhorando e melhorando a qualidade de impressão, graças aos avanços na gravação das chapas e na dosagem das tintas, assim como a evolução das próprias tintas de impressão, até o advento da cura por luz ultravioleta. Hoje, a impressão Flexográfica se assemelha muito a impressão offset em diversos tipos de trabalho, principalmente em rótulos e etiquetas autoadesivas. Nos próximos posts teremos mais informações sobre a história da Flexografia e interessantes matérias técnicas.
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