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30ago/10

Metalgrafia (post 3)

Saúde que vem do mar

Fonte: Abeaço

Com apoio do Governo, o mercado de pescados trabalha para o fomento da alimentação saudável. Perspectivas são animadoras para o setor. No segundo semestre de 2008, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva lançou em Salvador o plano de desenvolvimento “Mais Pesca e Aquicultura” – 2008/2011. Elaborado pela Secretaria Especial de Aquicultura e Pesca, o objetivo do programa é estabelecer medidas de incentivo à criação em cativeiro, à pesca oceânica, estimular o consumo e promover melhoria das condições sociais e de trabalho dos pescadores artesanais. De acordo com as metas estabelecidas no plano, a produção de pescado deverá ter um aumento em torno de 40% devendo passar das atuais um milhão de toneladas para 1,4 milhão por ano. A medida é uma clara manifestação do governo federal de fomento ao mercado de pescados. Da produção atual, 60%, ou cerca de 500 mil toneladas por ano provêm da pesca artesanal. Hoje o consumo por habitante é de sete quilos por ano – ainda abaixo dos 12 quilos recomendados pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e inferior à média mundial, de 16 quilos anuais. Por meio das ações do plano, o governo deseja aumentar para nove quilos por ano.

Tem-se, então, cenário promissor para as empresas do setor de pescados.

A perspectiva positiva para esse segmento é um sinal animador para o setor de embalagens de aço, já que o aço apresenta ótimo desempenho nos mercados de atum e sardinha em conserva, com 99% de penetração.

“O consumidor enxerga a proteção que oferecemos em nossos produtos pelo fato de estar numa lata bem fechada”, diz Luís Martinez, diretor de marketing da Gomes da Costa. “Aos poucos, as pessoas vão se conscientizando também que o alimento se mantém ali sem nenhum conservante químico, o que o torna mais saudável”, completa.

Lindonesa Brandalise, diretora de Marketing da Femepe, proprietária da marca Navegantes, que produz atum e sardinha em lata, explica que o processo de envasamento dos peixes inclui o cozimento dentro da própria embalagem em altas temperaturas, destruindo microorganismos e dispensando a necessidade de conservantes. “Latas de aço protegem o conteúdo da luz, de microorganismos e predadores. Na manipulação dos produtos – transporte, armazenagem e manuseio – o material resiste a choques, quedas e empilhamento”, destaca.

Há seis anos, o Ministério da Pesca e Agricultura realiza a Semana do Peixe. O objetivo é incentivar a produção e o consumo de pescados no país, com foco na conscientização por uma alimentação mais rica em proteínas.

A semana visa ainda à melhoria da cadeia produtiva do pescado desde a hora em que o peixe é retirado da água até o momento em que chega à mesa dos consumidores. A iniciativa vem desenvolvendo parcerias com entidades para propor soluções para a produção, distribuição e comercialização de pescados.

A Gomes da Costa tem trabalhado em paralelo com promoções em pontos de venda para incentivar o consumo de pescados. “Trabalhamos muito durante a Semana do Peixe com a distribuição de folhetos e abordagem nas lojas. Além disso, estamos próximos das academias e dos esportistas”, informa o executivo.

Para Lindonesa, apesar do ainda baixo índice de consumo de pescados no país, já há sinais de que a cultura por qualidade de vida tem incentivado a população a dar preferência por alimentos saudáveis. “A sardinha continua sendo um produto mais acessível a todas as classes de consumo e é nela que se concentra maior qualidade de Ômega 3, além de ajudar na prevenção de diversos males”.

PESCADO NA LATA

Preservar os nutrientes e a higiene de peixes e frutos do mar exige cuidado redobrado durante o processo de embalagem, pois são produtos perecíveis em menor espaço de tempo e mais propensos a perdas causadas pelo manuseio e transporte. Assim, a lata de aço é a embalagem mais adequada à conservação desses produtos e garante que o consumidor receba os produtos com as mesmas características de qualidade e sabor com que foram embalados na fábrica.

Os peixes, em geral, são ricos em aminoácidos essenciais (que não são produzidos pelo organismo humano). A sardinha e o atum contêm grande quantidade de Ômega 3, nutriente importante na prevenção às doenças do coração e os peixes possuem proteínas com valor nutritivo superior aos das carnes bovinas e suínas. Além disso, as proteínas dos peixes favorecem o processo de digestão.

O processo das conservas em lata não modifica a natureza das proteínas, dos lipídios e dos glicídios dos alimentos.

“De cara, o consumidor está levando um produto que não tem conservante e isso é importante que as pessoas entendam. Além disso, os médicos recomendam o consumo de peixes pelo menos duas vezes por semana, pois 20% da carne é composta de proteínas, que contribuem para o crescimento e formação do organismo, além de ser rica em sais minerais”, explica Martinez.

Para Renato Rezende, gerente de produto e desenvolvimento da La Pastina, o trabalho a ser desenvolvido com o consumidor ainda é de conscientização da salubridade do pescado na lata de aço. “Todas as informações nutricionais constam na embalagem do produto, ajudando o consumidor a conhecer melhor suas características nutricionais como fonte em Ômega 3, baixo teor de gorduras e riqueza em vitaminas”, acrescenta o executivo.

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A Sellerink participa ativamente do setor de embalagens de aço para pescados, como fornecedora das tintas especialmente desenvolvidas para este fim.

Saiba mais sobre as nossas tintas FIX SHAPE e  FIX SHAPE UV para embalagens de pescados no nosso site ou consulte-nos.

Breve teremos mais posts da séria METALGRAFIA e ainda esta semana muito mais em CONTROLE DA COR, HISTÓRIA DA INDÚSTRIA GRÁFICA e TINTAS E IMPRESSOS DE SEGURANÇA.

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