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26fev/13

SOLUÇÃO DE FONTE – BALANÇO ÁGUA-TINTA

Em vários posts falamos sobre solução de molhagem (ou solução de molha, solução de fonte), importante insumo na impressão offset e fundamental na qualidade do impresso.

Hoje vamos abordar a relação da solução de fonte com a tinta e as principais características desse interlacionamento.

Solução de Molhagem – Tinta

A impressão offset depende do equilíbrio entre a quantidade de água e a quantidade de tinta alimentadas. O primeiro quesito é que o sistema produza emulsão estável de água em tinta; o segundo é que não ocorra emulsão de tinta em água. A emulsão controlada é desejável visto que, se a tinta for completamente resistente à água, haverá limitação na transferência da tinta da chapa para a blanqueta e afinamento de ponto. Entretanto, a quantidade de água dispersa na tinta deve permanecer constante, caso contrário ocorrerá tingimento, escumação e acúmulo. Uma boa tinta deve admitir cerca de 10% a 20% de água emulsionada; nestas condições, a tinta distribui e transfere bem na rolaria e desta para a chapa, para a blanqueta e para o papel.

Imagem1

Os dois principais ingredientes da solução de molhagem são a goma dessensibilizante (goma-arábica) e um ácido (ácido fosfórico). O ácido converte a goma em ácido livre contendo grupos carboxílicos, responsáveis pela adsorção da goma ao metal. Além disso, o ácido também tem propriedades dessensibilizantes. A quantidade de ácido deve ser suficiente para converter o máximo de goma-arábica em ácido arábico livre. Além desse ponto, o excesso de ácido pode comprometer a secagem das tintas formuladas com óleos secativos.

Cerca de 40% da solução de molhagem que umedece a chapa é transferida para o sistema de entintamento e é distribuída de modo não-uniforme sobre os rolos distribuidores. Parte da solução chega a alcançar o tinteiro da impressora e, a parcela não evaporada, mistura-se com a tinta, reduzindo o tack e aumentando a viscosidade; ambos os efeitos prejudicam a distribuição e a transferência da tinta.

Na rolaria, a solução é incorporada à tinta na forma de gotículas. Esse processo é chamado de emulsão água–tinta. Visto que a distribuição da solução no sistema de tintagem não é uniforme, pode ocorrer diferenças localizadas de tack e viscosidade da tinta. Quanto maior o tack da tinta, menor o efeito do emulsionamento. Quando o filme de tinta é dividido entre as superfícies dos rolos, as gotas de solução são expostas, prejudicando a transferência.

A inter-relação tinta–água na impressora é uma função dinâmica que depende do mecanismo de divisão dos filmes de água e tinta. Devido à elevada coesão das tintas, a divisão sempre ocorre no filme de água, evitando a transferência da tinta para as áreas de contragrafismo da chapa e garantindo a formação de um filme contínuo de água naquelas áreas. Portanto, só a umectação não é suficiente para entender o fenômeno; é necessário considerar a coesão e a transferência da tinta.

Balanço Água – Tinta

Cada trabalho tem o seu próprio ponto de equilíbrio entre a quantidade de tinta e a quantidade de solução de molhagem necessários. Existe um estreito intervalo no qual a tinta e a solução se inter-relacionam de modo estável. A falta de água é facilmente percebida, visto que ocorre entupimento de pontos nas áreas de sombra (seco); entretanto, o excesso de solução não é sempre facilmente percebido a menos que seja exagerado. Um pequeno excesso causa emulsão, atrasa a secagem da tinta, reduz o brilho e a resistência à abrasão do impresso. Portanto, não se deve usar mais do que a quantidade absolutamente necessária de tinta para obter a saturação desejada, e a quantidade absolutamente necessária de solução de molhagem para manter limpas as áreas de contragrafismo da chapa.

Visto não existirem parâmetros ou instrumentos para medir as quantidades de tinta e de água alimentadas no sistema de impressão, mas apenas a habilidade e a experiência dos impressores, recomenda-se o procedimento abaixo no acerto de cada trabalho:

• zerar o tinteiro ao final de cada trabalho;

• colocar a tinta no tinteiro até o nível recomendado no manual de operação da impressora;

• girar o rolo do tinteiro e fechar os parafusos até que o rolo pareça limpo (sem encostar a faca no rolo do tinteiro);

• abrir os parafusos uma volta e girar o rolo do tinteiro para verificar se o filme de tinta é uniforme por toda a extensão do rolo;

• acertar a catraca (ou a rotação) do rolo do tinteiro na posição central;

• acertar a catraca (ou a rotação) do rolo da banheira na posição 1/4 do máximo;

• verificar as pressões dos rolos dos sistemas de molhagem e tintagem;

• começar a impressão com pouca tinta e pouca água;

• aumentar alternadamente água e tinta, em pequenos incrementos, até obter a saturação desejada;

• durante a impressão, se o impresso parecer lavado, tentar sempre reduzir a alimentação de solução de molhagem antes de aumentar a alimentação de tinta;

• procurar sempre a menor quantidade de tinta necessária para alcançar a densidade desejada, e a mínima quantidade de solução de molhagem necessária para manter  limpas as áreas de contragrafismo da chapa.

Resistência à Abrasão

As tintas absorvem cerca de 25% a 40% de solução de molhagem durante a impressão. Na impressão de suportes não-absorventes essa solução não é absorvida pelo suporte; a água evapora e deixa os demais componentes concentrados na tinta. Algumas soluções contém glicerina, poliglicóis, ferrocianeto ou substitutos do álcool não-voláteis que impedem a secagem das tintas. Todos esses fenômenos prejudicam a ancoragem da tinta no suporte e sujeitam o filme de tinta à abrasão.

Solução de Molhagem – Chapa

O propósito da solução de molhagem é evitar a presença de tinta nas áreas de contragrafismo da chapa; a molhagem deve ser contínua para evitar que essas áreas se tornem sensibilizadas, caso contrário ocorrerá velatura.

O isopropanol pode reagir com a camada fotossensível da chapa.

As chapas que exigem limpeza freqüente indicam algum tipo de problema, principalmente relacionado ao pH, à condutividade ou à concentração de goma da solução de molhagem.

Continuaremos a publicar matérias técnicas sobre solução de molha  e a inter-relação com a tinta na impressão offset. Estamos também acompanhamento a tendência da eliminação ou diminuição do volume de isopropanol na solução. Para o sucesso deste programa, a tinta tem papel fundamental e a Sellerink já desenvolveu produtos adequados ao uso de solução de fonte sem álcool.

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17fev/13

PRODUTOS SELLERINK 2013 – UV-FACE

UV FACE

OFFSET|METALDECO|FLEXO INKS

TECNOLOGIA UV-CURE SELLERINK

DESAFIO TECNOLÓGICO

As tintas de alta complexidade técnica sempre foram as de maior interesse comercial para a Sellerink, justamente por causa do diferencial.  Acostumada aos desafios tecnológicos do setor, a Sellerink usou know-how e tecnologia própria também no desenvolvimento das tintas com cura ultravioleta.

O início se deu há oito anos, quando a Sellerink colocou no mercado a sua primeira família de tintas UV FACE, a UV SELLPAPER para impressão em suportes celulósicos em máquinas rotativas para formulário contínuo.

Hoje a Sellerink é parceira das mais importantes empresas gráficas do setor, contanto com produtos de altíssima qualidade e desempenho, desenvolvido 100% pelo laboratório Sellerink e customizado sem qualquer restrição.  Assim a Sellerink cumpre o seu papel de oferecer uma solução adequada e personalizada a cada cliente, mantendo-se fiel a sua história.

CONCEITO

A indústria gráfica tem a necessidade crescente de agilidade.  A tecnologia UV está diretamente ligada a esta necessidade, pois promove a secagem instantânea do filme de tinta após o processo de impressão adequado.

Mas outro conceito, difundido sempre pela Sellerink também é muito importante.  As tintas com tecnologia UV não emitem VOC (composto carbônico volátil).  Assim, se tornaram produtos com produção limpa e adequados a todas as normas ambientais, de processo produtivo e utilização dos produtos finais, mesmo aqueles voltados à indústria alimentícia. A Sellerink tem uma série de certificações que garantem seus produtos e os produtos dos seus clientes.

CARACTERÍSTICAS

A principal característica das tintas com cura ultravioleta é o processo de secagem (cura). A formulação das tintas é totalmente diferente das tintas convencionais offset ou flexo (óleo resinosas com secagem por penetração, oxidação e/ou estufa ou base água). As tintas UV são formuladas com monômeros, oligômeros, polímeros e fotoiniciadores que,  com a incidência da luz ultravioleta, desencadeiam uma reação que tem início com a liberação de radicais livres, processando a polimerização da tinta aplicada em qualquer suporte,  que finalmente acaba em um filme totalmente curado em segundos.  Em virtude da cura imediata, os impressos com a tinta UV podem continuar o processo gráfico imediatamente, sem que se requeira qualquer cuidado adicional. A Sellerink desenvolve produtos customizados a praticamente qualquer tipo de suporte, tanto no sistema offset quanto no flexográfico.

APLICAÇÕES

A tecnologia UV se multiplicou aos vários segmentos gráficos e a Sellerink acompanhou esta demanda.  Hoje o catálogo da Sellerink conta com produtos desenvolvidos para Formulário Contínuo offset (máquinas rotativas, suportes celulósicos) e flexográfico (máquinas rotativas, suportes celulósicos, plásticos de todos os tipos e aluminizados (laminados ou folha virgem), impressoras planas offset para vários suportes (papel, plásticos, metalizados, etc), Metalgrafia (folha de flandres e alumínio) e Rotativas para impressão de Jornais Periódicos com cura UV (Web-UV |Cityline). A Sellerink também dispõe de tintas de segurança com secagem pelo sistema ultravioleta e produtos especialmente desenvolvidos para embalagens de alimentos, cosméticos e brinquedos, com baixos teores de metais pesados, praticamente sem odor residual e com toda documentação técnica necessária para este fim, oriunda dos mais renomados laboratórios de análises.

PRODUTOS

Abaixo uma relação de toda Família de Produtos UV FACE e sua aplicabilidade.

APLICAÇÃO

DESCRIÇÃO

Formulário Contínuo

Tinta offset desenvolvida para máquinas impressoras offset rotativas FC. Pode ser usada em qualquer tipo de suporte celulósico. Adaptada a máquinas com alta velocidade de impressão, mesmo em impressos chapados. A Sellerink desenvolve qualquer cor para esta família.

Máquina Plana

Tinta offset desenvolvida para máquinas planas com sistema de cura ultravioleta individual (forno uv em cada bateria de impressão) ou de saída (único forno na saída da máquina). Pode ser usada em qualquer suporte celulósico, inclusive em metalizados. Tem excelente performance em máquinas de alta velocidade. A Sellerink desenvolve qualquer cor para esta família.

Web CityLine

Tinta offset com cura UV projetada para impressão de jornais e periódicos em máquinas rotativas. Aplicada na impressão de papel offset (jornal) e couché. Disponível em cores Escala Europa, Pantone® e qualquer cor especial sob demanda. Disponível também em formulação especial para impressão em suportes não absorventes e/ou não celulósicos (como exemplo suportes de Polietileno/Polipropileno).

Metalgrafia Poliéster

Tinta metalgráfica offset, subdividida na classe Autoclave que se caracteriza pela resistência ao processo de esterilização do produto final. Tem como principal característica a alta resistência ao repuxo. Indicada para impressão de embalagens de pescados, como exemplo. Disponível em cores Escala, Pantone® e qualquer cor especial sob encomenda.

Flexografia

Tinta Flexográfica para impressão em máquinas banda estreita (rotativas) com saída com fornos Ultra Violeta. Apresenta excelente fluidez, rápida cura e adequação para impressão em papéis offset, couché e auto-adesivos. Disponível em cores Escala, Pantone® e qualquer cor especial sob demanda. Disponível também em formulação especial para laminados (alumínio) e substratos não absorventes, como filmes de polietileno e polipropileno.

Metalgrafia

Food Packing

Atende Guidance Book Nestlé 2012

Tecnologia Sellerink em tinta offset com cura ultravioleta para impressão de suportes metálicos (folha de flandres e alumínio), a família StarMetal tem baixíssimo odor e baixíssimos níveis de metais pesados, podendo ser usada na impressão de embalagens para alimentos, bebidas, cosméticos e brinquedos até mesmo em contato direto com o produto embalado sem qualquer restrição.  Excelente resistência ao processo de fabricação de embalagens de alta complexidade. Tem também resistência a autoclave e ao verniz poliéster. Disponível em cores Escala, Pantone® ou qualquer cor  por encomenda.

APRESENTAÇÃO

A Sellerink trabalha com embalagens à vácuo com 3 kg para as tintas metalgráficas, embalagens plásticas com 2 kg para as tintas offset (planas ou rotativas), embalagens de 10 kg plásticas (com abertura na tampa) para as tintas flexográficas e baldes plásticos com 20 kg para as máquinas rotativas Jornal-CityLine.

Na preparação das tintas especiais, customizadas, a Sellerink utiliza o sistema INKMAKER® de dosagem automática.  No Brasil a Sellerink é a única empresa fabricante de tintas a utilizar este sistema e as máquinas InkMaker®.  Somado a outros equipamentos de última geração, a Sellerink consegue grande agilidade no seu processo produtivo e consequentemente no atendimento ao cliente, 24 horas por dia.

SELLERINK SERVIÇOS

A Sellerink tem como filosofia de trabalho, agregar serviços aos seus produtos. Assim,  a empresa desenvolveu um pacote de soluções e serviços sem qualquer custo adicional aos seus clientes parceiros. Hoje são diversas empresas que contam com os produtos e serviços Sellerink, que vão desde estágios monitorados de técnicos do cliente no laboratório Sellerink, treinamentos indoor, atendimento técnico preventivo e até mesmo a implantação de mini laboratórios equipados e capacitados a produzir tintas especiais com a mesma eficácia da Sellerink. A empresa dispõe inclusive de software online com as formulações customizadas a cada cliente, que podem ser consultadas a qualquer tempo.

FLEXO UV

No segmento de flexografia UV, a Sellerink vem se destacando como parceiro com atendimento técnico ágil e retorno rápido e preciso no desenvolvimento de novos produtos e melhoria da eficiência da aplicação dos produtos.

TREINAMENTOS|CONFERÊNCIAS|PALESTRAS

Além do atendimento técnico diferenciado e personalizado, a Sellerink ministra cursos e palestras indoor para os seus clientes em todos os segmentos de sua atuação.

CONTE COM A PARCERIA SELLERINK

Marque uma visita. Peça mais informações, conheça um pouco mais do universo Sellerink.  Conte com um parceiro sempre pronto a servir e que cria, desenvolve e produz muito mais que tintas gráficas offset.

Oferecemos soluções adequadas e personalizadas.

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12dez/12

TINTAS DE SEGURANÇA

Cambistas foram presos nos arredores do Morumbi vendendo ingressos falsos para São Paulo x Tigre. Cuidado

REPRODUÇÃO MENCIONADA

"Dez cambistas foram presos nos arredores do Morumbi no fim da tarde de hoje.

Eles vendiam bilhetes de entradas falsos para a decisão da Copa Sul-Americana.

Os cambistas foram identificados por policiais à paisana.

Pediram entre R$300 e R$500 por ingresso.

A direção do São Paulo também colocou pessoas à paisana nessa quarta-feira para descobrir se havia venda irregular das entradas para a decisão e avisar a polícia.

Visualmente, as entradas apreendidas podem confundir quem nunca viu as originais, mas ao tocá-las é possível notar que são falsas, pois a qualidade do papel é muito ruim." De Vitor Birner

Por isso sempre recomendamos em nossas palestras que os documentos de valor tenham tintas de segurança que permitam a fácil visualização do documento verdadeiro.

Se o assunto te interessa, procure saber mais nos nossos posts sobre tintas de segurança ou escreve para nós.

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4set/12

Security Inks – Segurança Impressa Anti-Fraudes

Medicamentos falsificados ou irregulares

Diante do crescimento da falsificação de medicamentos no Brasil, a Anvisa lançou a campanha "Medicamento Verdadeiro" para alertar a população sobre os riscos do consumo de medicamentos falsificados. Veja a reportagem publicada pela revista online Acesso Brasil, Mercado e Políticas Públicas de Medicamentos.

O consumo de remédios falsificados, contrabandeados ou sem registro de órgãos reguladores cresceu não somente no Brasil, mas em todo o mundo, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS). A justificativa para a rápida acessibilidade é que os medicamentos adulterados são fáceis de fabricar e podem ser comercializados a preços baixos.

A organização prevê também que cerca de 25% dos medicamentos utilizados em países em desenvolvimento, como Brasil, Índia, Rússia e Turquia, são contrafeitos ou de qualidade ruim. A incidência não atinge apenas as nações em expansão e generalizou-se nos países mais ricos. Outra estimativa da OMS trata das vendas dos remédios. Apenas em 2010, mais de 16% das comercializações serão de produtos ilícitos. Segundo as estimativas, a referência representa o prejuízo de US$ 75 bilhões no faturamento da cadeia farmacêutica mundial.

medicamento-falsificadoO Brasil produz, distribui e comercializa anualmente, mais de 1 bilhão de remédios e o segmento nacional ocupa a nona colocação no mercado mundial. Mas, devido à falta de uma legislação vigente, o número de apreensões de medicamentos adulterados, somente nos anos de 2008 e 2009, aumentou 730%. No topo da lista dos mais falsificados estão os medicamentos para disfunção erétil.

Estimativas da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) indicam que nos últimos dois anos foram apreendidas mais de 350 toneladas de produtos falsificados. Do total, cerca de 95% dos itens confiscados foram remédios sem registro na agência. De acordo com especialistas, o sucesso da apreensão deu-se por conta dos trabalhos realizados contra falsificação e campanhas educativas.

Campanha “Medicamento Verdadeiro”
Para alertar a população sobre os riscos do consumo de medicamentos clandestinos, além de ensinar o consumidor a diferenciar um remédio verdadeiro de um falso, a Anvisa, com o apoio institucional do Ministério da Justiça, lançou a campanha “Medicamento Verdadeiro”. Uma das finalidades da iniciativa é combater a pirataria e contrafação dos produtos de saúde a partir de ações de conscientização. “Ao contrário de um CD ou tênis, no caso dos medicamentos, o dano pode ser a morte”, ressaltou Dirceu Raposo de Mello, diretor-presidente da agência.

“A campanha é uma iniciativa da Anvisa. O Conselho Nacional de Combate à Pirataria (CNCP), do MJ, propõe o combate à pirataria e contrafação de uma maneira geral. Há convicção dentro do conselho, inclusive com a criação e elaboração do primeiro Plano Nacional de Combate à Pirataria (PNCP) em 2005, que a pirataria, por sua complexidade, deve ser enfrentada por diversos campos. Contém medidas voltadas a ter a oferta dos produtos por meio da repressão, mas também tem a necessidade de investigar a demanda. A investigação da demanda se faz por dois caminhos: através de medidas educativas e por meio de medidas econômicas. É nesse conceito que a campanha “Medicamento Verdadeiro”surge com a proposta de levar ao cidadão brasileiro algumas informações sobre os malefícios e riscos que decorrem do consumo de produtos dessa natureza, protagonizando o cidadão nessa luta contra a pirataria a partir do exercício de consumo consciente”, explica André Barcellos, secretário-executivo do Conselho Nacional de Combate à Pirataria e Delitos contra a Propriedade Intelectual (CNCP).

De acordo com Barcellos, a campanha foi elaborada para alertar o consumidor. Os usuários de medicamentos devem adotar mecanismos de segurança, assim exercem o direito ao consumo de forma consciente. “A pirataria, de modo geral, é um problema relacionados ao crime organizado, evasão fiscal, acirra o problema do desemprego e põe a saúde e a segurança do consumidor em risco”.

Douglas Duarte, coordenador técnico-regulatório da Associação dos Laboratórios Farmacêuticos Nacionais (Alanac), 4098095378_41b72055a9afirmou que a entidade, a favor do desenvolvimento sustentável da indústria farmacêutica nacional, apoia a campanha da Anvisa. “A iniciativa promoverá a diminuição da falsificação e desvio de medicamentos, ocorrências que prejudicam a população por não saber se o remédio comprado é ou não verdadeiro, e às indústrias, que podem garantir a qualidade de seus produtos até o momento em que são distribuídos, além de sofrerem com a concorrência desleal e ilegal dos medicamentos falsificados e roubados”, afirma.

De acordo com Duarte, a campanha visa combater a falsificação, roubo e desvio de medicamentos, através dos mecanismos de identificação única de cada remédio que poderá ser rastreado ao longo de toda a cadeia de distribuição até o consumidor final. Contudo, a implementação deste sistema possui diversos desafios a serem vencidos. “Como a administração de um banco de dados que tenha acesso às informações necessárias de cada passo do medicamento, a escolha de ferramentas que possibilitem a identificação individual de cada medicamento e a adesão de todas as drogarias habilitadas a dispensar medicamentos”, avalia.

Mídias
Filipetas, displays, jingles e um filme de 30 segundos para ser televisionado são algumas das formas que o consumidor poderá consultar para diferenciar o produto original do adulterado. A agência também elaborou uma cartilha voltada aos policiais que atuam na repressão e combate à pirataria.

“Toda campanha educativa e de conscientização pressupõem um plano de comunicação e a ANVISA, como idealizadora dessa campanha, tem plano que vai se dar tanto em estabelecimentos farmacêuticos, por meio de cartazes, quanto por inserção em outros veículos de comunicação, como rádio, TV e a própria internet”, esclarece Barcellos.

Na avaliação de Duarte a campanha deve ser muito bem elaborada e o sucesso só poderá ser alcançado caso haja a colaboração de todo o setor. “Os meios escolhidos pela Anvisa são de alta penetração em todas as classes sociais, desde que utilizadas corretamente”. A agência sinalizou que está fazendo reuniões periódicas para atualização das vigilâncias sanitárias estaduais e municipais para que auxiliem nesta campanha.

O secretário-executivo do CNCP também afirmou que o MJ está totalmente à disposição da agência para propagar e reforçar as ações da campanha. “A iniciativa vem em boa hora, em função da preocupação que o Governo tem com o problema da falsificação de medicamentos, pelos riscos que representa não somente a violação dos direitos de propriedade intelectual, mas por representar um risco à saúde”.

Penalidades
As penas aplicadas aos estabelecimentos farmacêuticos que comercializarem medicamentos falsificados estão definidas na Lei 5991/74. A penalidade varia desde o pagamento de multa até a cassação definitiva da ordem para funcionar. Para Duarte, a fiscalização das farmácias e drogarias pela Anvisa e Conselhos Regionais de Farmácia é a ferramenta principal para autuar e penalizar as empresas que comercializem medicamentos alterados, falsificados, adulterados ou fraudados, previsto na legislação.

“Na esfera criminal, teremos que avaliar cada caso. Há uma previsão do Código Penal denominando que a venda, comercialização, exposição, manutenção e estoque de medicamentos falsificados é um crime classificado como hediondo, um crime contra a saúde pública, que tem uma pena mínima estabelecida de 10 anos”, afirma Barcellos.

Consumidor
Diversos fatores, como o preço, acessibilidade e falta de informação, podem levar o consumidor a adquirir um medicamento clandestino. Especialistas afirmam que além dos preços, a boa fé do usuário em acreditar nos benefícios dos medicamentos é outro critério que leva a aquisição.

“Quem compra um medicamento - e isso é o que diferencia o consumo de medicamentos falsificados em relação a outros tipos de produtos falsificados - dessa natureza não sabe que o produto é adulterado. É diferente de um CD, óculos, tênis, roupas, uma contrafação evidente de marcas até pelo local onde se adquire. Quem escolhe um medicamento falsificado não tem ideia dos riscos a que está se submetendo” explica o secretário-executivo do CNCP.

O coordenador técnico-regulatório da Alanac ressalta que a população não tem interesse em adquirir medicamentos irregulares, exceto para fins ilícitos ou na tentativa de burlar os mecanismos de controle de medicamentos sujeitos a controle especial. “Por ser um produto de necessidade básica, o paciente deseja sempre ter a certeza de que o medicamento adquirido é original, registrado na Anvisa e conservado corretamente, para que o efeito terapêutico seja aquele esperado para aquele tratamento”. Duarte alerta que o consumo de medicamentos não registrados, ou que não têm procedência conhecida, pode ser muito prejudicial à saúde. “Agrava-se os sintomas da doença em tratamento, ou ineficácia terapêutica, e ainda pode causar intoxicações severas, que podem colocar em risco a vida do paciente”.

Barcellos informa que qualificar o consumidor sobre os malefícios da pirataria, contrafação e apresentar boas indicações de onde adquirir o medicamento aumenta o poder de decisão na escolha dos produtos e diminui os riscos de afetar irreversivelmente a saúde.

Fonte: Revista Acesso Brasil

thermochromicA Sellerink tem uma gama de tintas reativas, para segurança de embalagens e bulas, tanto para impressão offset como impressão flexográfica UV (inclusive para alumínio), que pode ajudar a coibir a falsificação de medicamentos e outros produtos.

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3set/12

METALGRAFIA – ALIMENTOS ENLATADOS

fonte: Abeaço

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Sardinha em lata é aliada contra o câncer
O peixe enlatado ainda age na prevenção da osteoporose, é fonte de vitaminas e
afasta o risco de tumores
Segundo o best seller “Anticâncer  – Prevenir e vencer usando nossas defesas
naturais”, a sardinha enlatada faz parte da lista de alimentos que auxiliam na
prevenção do câncer. Isso porque esses alimentos, chamados de peixes gordos, têm
alto poder de agir contra os radicais livres e retardar o crescimento das células
cancerígenas.
Estudos ainda revelam que os  riscos de cânceres, como cólon, mama, próstata e rim
reduzem consideravelmente em pessoas que consomem peixe pelo menos duas vezes
na semana.
A sardinha é rica em ômega 3 e é conhecida como uma boa fornecedora de proteína
para o corpo. Além disso, enquanto 100% da sardinha grelhada em casa possui 247
calorias, a mesma quantidade do alimento na lata tem 206, ou seja, 17% de redução
em calorias.
“O peixe quando conservado em óleo de soja ou em azeite na lata não tem seus
nutrientes dissipados, já que o processo de preparação do alimento enlatado é
diferenciado. O peixe é colocado cru dentro da lata e depois de ser hermeticamente
fechada, a embalagem é levada a fornos em altas temperaturas, garantindo ainda
mais a preservação dos nutrientes, como o ômega 3”  – garante Thais Fagury,
engenheira de alimentos.
E os benefícios do alimento não param por aí: as duas versões da sardinha são
abastecidas de vitamina A, niacina, B6 e B12, além de minerais como o ferro, fósforo,
magnésio, sódio e cálcio  – substâncias que atuam diretamente na prevenção de
cânceres e da osteoporose.

Sardinha em lata é aliada contra o câncer

O peixe enlatado ainda age na prevenção da osteoporose, é fonte de vitaminas e
afasta o risco de tumores.

Segundo o best seller “Anticâncer  – Prevenir e vencer usando nossas defesas naturais”, a sardinha enlatada faz parte da lista de alimentos que auxiliam na prevenção do câncer. Isso porque esses alimentos, chamados de peixes gordos, têm alto poder de agir contra os radicais livres e retardar o crescimento das células cancerígenas.

42-20906770Estudos ainda revelam que os  riscos de cânceres, como cólon, mama, próstata e rim reduzem consideravelmente em pessoas que consomem peixe pelo menos duas vezes na semana.

A sardinha é rica em ômega 3 e é conhecida como uma boa fornecedora de proteína para o corpo. Além disso, enquanto 100% da sardinha grelhada em casa possui 247 calorias, a mesma quantidade do alimento na lata tem 206, ou seja, 17% de redução em calorias.

“O peixe quando conservado em óleo de soja ou em azeite na lata não tem seus nutrientes dissipados, já que o processo de preparação do alimento enlatado é diferenciado. O peixe é colocado cru dentro da lata e depois de ser hermeticamente fechada, a embalagem é levada a fornos em altas temperaturas, garantindo ainda
mais a preservação dos nutrientes, como o ômega 3”  – garante Thais Fagury, engenheira de alimentos.

E os benefícios do alimento não param por aí: as duas versões da sardinha são abastecidas de vitamina A, niacina, B6 e B12, além de minerais como o ferro, fósforo, magnésio, sódio e cálcio  – substâncias que atuam diretamente na prevenção de cânceres e da osteoporose.

Milho enlatado é 40% menos calórico que o alimento cozido em casa

Alimento tradicional no cardápio do consumidor brasileiro, o milho, além de saboroso, é um ingrediente muito utilizado na culinária. O que muitos não sabem é que sua versão em lata é menos calórica do que o milho in natura, além de ser saudável e nutritiva.

Enquanto 100g do alimento cozido em casa possui 108 calorias, a mesma quantidade na lata tem apenas 64 calorias.

milhoA explicação é bastante simples: quando cozida, a espiga transmite gordura e carboidrato para o grão, aumentando assim o nível calórico. Como o processo de cozimento do milho enlatado não inclui a espiga, proporciona uma redução significativa nesses níveis de carboidrato e gordura.

O milho na lata é retirado da espiga, lavado, acondicionado em água e sal e cozido dentro da própria embalagem, o que garante um alimento seguro, livre de  bactérias ou qualquer outro tipo de microorganismo.
E as vantagens não param por aí.

O milho em lata ainda possui um teor de cálcio duas vezes maior que o in natura, já que todos os nutrientes são conservados pela hermeticidade da lata de aço.

A Sellerink tem uma extensa família de produtos para impressão metalgráfica, totalmente alinhados com as últimas tendências internacionais sobre os cuidados com as tintas que compõem embalagem para alimentos, seja na impressão convencional ou na impressão com cura ultravioleta.

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