SELLERINK BLOG
1abr/13

Agência Peralta aguça sentidos em campanha para BACARDI

Fonte: AdNews.

Um cheiro forte de maçã verde invadiu o Bar Bárbaro, localizado em São Paulo, na manhã desta quinta-feira, 30 de Agosto de 2012. Música alta e luzes fortes acompanharam a apresentação da nova campanha do Bacardi Brasil para seu produto Bacardi Big Apple. Assinada pela Peralta, o "manifesto" - como é chamado pela empresa -  veiculado nacionalmente, com estreia no dia 2 de setembro de 2012 e contemplará diversos tipos de mídia, como televisão (aberta e fechada), rádio, revistas e internet. O Adnews esteve no evento e traz os detalhes da ação.

A campanha

bacardi_bigapple_int(1)O carro-chefe é um filme de um minuto e meio exibido na Globo, além de ter inserções na Record, Bandeirantes e TV a cabo. "O objetivo é consolidar o sucesso do Bacardi Big Apple", revela Alexandre Peralta, presidente da agência responsável pela ação. O vídeo e o restante da campanha brincam com o conceito sensorial. A meta é aguçar os sentidos do consumidor por meio do cheiro da bebida, seu gosto singular, além de uma nova garrafa cujo rótulo brilha sob luz negra (tinta reativa a Luz UV desenvolvida pela Sellerink para aplicação em Flexo UV ou Offset UV, inclusive em SLEEVE - Sic). A ligação com a audição vem do público alvo: os frequentadores de balada.

O vídeo mostra quatro personagens cujas cabeças são uma boca, um nariz, uma orelha e um olho, respectivamente. Eles são libertados de um "julgamento" após uma manifestação popular. A ideia casa com a idolatria dos amantes da marca. Um consumidor chegou a tatuar a garrafa do produto na pele. No Rio, onde a Big Apple é líder do setor de Rum com Vodka, um funk foi criado para homenagear a marca.

Quando assinou com a agência de Peralta, em março deste ano, a Bacardi objetivou aumentar o market share em dois pontos. A parceria está indo tão bem que a meta deve aumentar. A cobrança também. Quem faz a revelação é Fabio DiGiammarco, CEO da empresa no Brasil. "A cabeça criativa do Peralta e das pessoas da agência é simplesmente fantástica", elogia o executivo, que atenta para uma exigência: "que as ações sejam executadas de modo perfeito".

Responsabilidade social

Durante a cerimônia de anúncio da campanha, Veridiana Carvalho, gerente de marca da empresa, disse que o público alvo do Big Apple é formado por jovens de 18 a 24 anos que frequenta festas e baladas e pensa que "aquele pode ser o último momento da vida dele". Triste coincidência, pois segundo a OMS (Organização Mundial de Saúde), o álcool mata 320 mil jovens e adolescentes por ano.

De acordo com DiGiammarco, a Bacardi possui uma política de conscientização para evitar o pior. O CEO revela que na página do Facebook da companhia – que possui média de 3 mil novos fãs diários - um em cada quatro ou cinco posts incorpora o conceito de motorista da vez, aquele que vai para a balada e não consome álcool para poder dar carona aos amigos. "O embaixador de nosso programa Campeões Bebem Responsavelmente é o Rafael Nadal”, lembra DiGiammarco.

Segundo Peralta, para a publicidade o assunto está bem acomodado por regulamentação que estipula horários adequados para que campanhas deste tipo de produto sejam veiculadas, por exemplo. "Temos órgãos que ajudam a fiscalizar esse tipo de comunicação [...] ela é feita de maneira muito profissional e eficiente".

Comentário Sellerink: O rótulo Bacardi com tinta reativa da Sellerink é impresso pela FLEXCOAT PRODUTOS ADESIVOS S/A, com sede em Louveira-SP.

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26fev/13

SOLUÇÃO DE FONTE – BALANÇO ÁGUA-TINTA

Em vários posts falamos sobre solução de molhagem (ou solução de molha, solução de fonte), importante insumo na impressão offset e fundamental na qualidade do impresso.

Hoje vamos abordar a relação da solução de fonte com a tinta e as principais características desse interlacionamento.

Solução de Molhagem – Tinta

A impressão offset depende do equilíbrio entre a quantidade de água e a quantidade de tinta alimentadas. O primeiro quesito é que o sistema produza emulsão estável de água em tinta; o segundo é que não ocorra emulsão de tinta em água. A emulsão controlada é desejável visto que, se a tinta for completamente resistente à água, haverá limitação na transferência da tinta da chapa para a blanqueta e afinamento de ponto. Entretanto, a quantidade de água dispersa na tinta deve permanecer constante, caso contrário ocorrerá tingimento, escumação e acúmulo. Uma boa tinta deve admitir cerca de 10% a 20% de água emulsionada; nestas condições, a tinta distribui e transfere bem na rolaria e desta para a chapa, para a blanqueta e para o papel.

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Os dois principais ingredientes da solução de molhagem são a goma dessensibilizante (goma-arábica) e um ácido (ácido fosfórico). O ácido converte a goma em ácido livre contendo grupos carboxílicos, responsáveis pela adsorção da goma ao metal. Além disso, o ácido também tem propriedades dessensibilizantes. A quantidade de ácido deve ser suficiente para converter o máximo de goma-arábica em ácido arábico livre. Além desse ponto, o excesso de ácido pode comprometer a secagem das tintas formuladas com óleos secativos.

Cerca de 40% da solução de molhagem que umedece a chapa é transferida para o sistema de entintamento e é distribuída de modo não-uniforme sobre os rolos distribuidores. Parte da solução chega a alcançar o tinteiro da impressora e, a parcela não evaporada, mistura-se com a tinta, reduzindo o tack e aumentando a viscosidade; ambos os efeitos prejudicam a distribuição e a transferência da tinta.

Na rolaria, a solução é incorporada à tinta na forma de gotículas. Esse processo é chamado de emulsão água–tinta. Visto que a distribuição da solução no sistema de tintagem não é uniforme, pode ocorrer diferenças localizadas de tack e viscosidade da tinta. Quanto maior o tack da tinta, menor o efeito do emulsionamento. Quando o filme de tinta é dividido entre as superfícies dos rolos, as gotas de solução são expostas, prejudicando a transferência.

A inter-relação tinta–água na impressora é uma função dinâmica que depende do mecanismo de divisão dos filmes de água e tinta. Devido à elevada coesão das tintas, a divisão sempre ocorre no filme de água, evitando a transferência da tinta para as áreas de contragrafismo da chapa e garantindo a formação de um filme contínuo de água naquelas áreas. Portanto, só a umectação não é suficiente para entender o fenômeno; é necessário considerar a coesão e a transferência da tinta.

Balanço Água – Tinta

Cada trabalho tem o seu próprio ponto de equilíbrio entre a quantidade de tinta e a quantidade de solução de molhagem necessários. Existe um estreito intervalo no qual a tinta e a solução se inter-relacionam de modo estável. A falta de água é facilmente percebida, visto que ocorre entupimento de pontos nas áreas de sombra (seco); entretanto, o excesso de solução não é sempre facilmente percebido a menos que seja exagerado. Um pequeno excesso causa emulsão, atrasa a secagem da tinta, reduz o brilho e a resistência à abrasão do impresso. Portanto, não se deve usar mais do que a quantidade absolutamente necessária de tinta para obter a saturação desejada, e a quantidade absolutamente necessária de solução de molhagem para manter limpas as áreas de contragrafismo da chapa.

Visto não existirem parâmetros ou instrumentos para medir as quantidades de tinta e de água alimentadas no sistema de impressão, mas apenas a habilidade e a experiência dos impressores, recomenda-se o procedimento abaixo no acerto de cada trabalho:

• zerar o tinteiro ao final de cada trabalho;

• colocar a tinta no tinteiro até o nível recomendado no manual de operação da impressora;

• girar o rolo do tinteiro e fechar os parafusos até que o rolo pareça limpo (sem encostar a faca no rolo do tinteiro);

• abrir os parafusos uma volta e girar o rolo do tinteiro para verificar se o filme de tinta é uniforme por toda a extensão do rolo;

• acertar a catraca (ou a rotação) do rolo do tinteiro na posição central;

• acertar a catraca (ou a rotação) do rolo da banheira na posição 1/4 do máximo;

• verificar as pressões dos rolos dos sistemas de molhagem e tintagem;

• começar a impressão com pouca tinta e pouca água;

• aumentar alternadamente água e tinta, em pequenos incrementos, até obter a saturação desejada;

• durante a impressão, se o impresso parecer lavado, tentar sempre reduzir a alimentação de solução de molhagem antes de aumentar a alimentação de tinta;

• procurar sempre a menor quantidade de tinta necessária para alcançar a densidade desejada, e a mínima quantidade de solução de molhagem necessária para manter  limpas as áreas de contragrafismo da chapa.

Resistência à Abrasão

As tintas absorvem cerca de 25% a 40% de solução de molhagem durante a impressão. Na impressão de suportes não-absorventes essa solução não é absorvida pelo suporte; a água evapora e deixa os demais componentes concentrados na tinta. Algumas soluções contém glicerina, poliglicóis, ferrocianeto ou substitutos do álcool não-voláteis que impedem a secagem das tintas. Todos esses fenômenos prejudicam a ancoragem da tinta no suporte e sujeitam o filme de tinta à abrasão.

Solução de Molhagem – Chapa

O propósito da solução de molhagem é evitar a presença de tinta nas áreas de contragrafismo da chapa; a molhagem deve ser contínua para evitar que essas áreas se tornem sensibilizadas, caso contrário ocorrerá velatura.

O isopropanol pode reagir com a camada fotossensível da chapa.

As chapas que exigem limpeza freqüente indicam algum tipo de problema, principalmente relacionado ao pH, à condutividade ou à concentração de goma da solução de molhagem.

Continuaremos a publicar matérias técnicas sobre solução de molha  e a inter-relação com a tinta na impressão offset. Estamos também acompanhamento a tendência da eliminação ou diminuição do volume de isopropanol na solução. Para o sucesso deste programa, a tinta tem papel fundamental e a Sellerink já desenvolveu produtos adequados ao uso de solução de fonte sem álcool.

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4set/12

Security Inks – Segurança Impressa Anti-Fraudes

Medicamentos falsificados ou irregulares

Diante do crescimento da falsificação de medicamentos no Brasil, a Anvisa lançou a campanha "Medicamento Verdadeiro" para alertar a população sobre os riscos do consumo de medicamentos falsificados. Veja a reportagem publicada pela revista online Acesso Brasil, Mercado e Políticas Públicas de Medicamentos.

O consumo de remédios falsificados, contrabandeados ou sem registro de órgãos reguladores cresceu não somente no Brasil, mas em todo o mundo, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS). A justificativa para a rápida acessibilidade é que os medicamentos adulterados são fáceis de fabricar e podem ser comercializados a preços baixos.

A organização prevê também que cerca de 25% dos medicamentos utilizados em países em desenvolvimento, como Brasil, Índia, Rússia e Turquia, são contrafeitos ou de qualidade ruim. A incidência não atinge apenas as nações em expansão e generalizou-se nos países mais ricos. Outra estimativa da OMS trata das vendas dos remédios. Apenas em 2010, mais de 16% das comercializações serão de produtos ilícitos. Segundo as estimativas, a referência representa o prejuízo de US$ 75 bilhões no faturamento da cadeia farmacêutica mundial.

medicamento-falsificadoO Brasil produz, distribui e comercializa anualmente, mais de 1 bilhão de remédios e o segmento nacional ocupa a nona colocação no mercado mundial. Mas, devido à falta de uma legislação vigente, o número de apreensões de medicamentos adulterados, somente nos anos de 2008 e 2009, aumentou 730%. No topo da lista dos mais falsificados estão os medicamentos para disfunção erétil.

Estimativas da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) indicam que nos últimos dois anos foram apreendidas mais de 350 toneladas de produtos falsificados. Do total, cerca de 95% dos itens confiscados foram remédios sem registro na agência. De acordo com especialistas, o sucesso da apreensão deu-se por conta dos trabalhos realizados contra falsificação e campanhas educativas.

Campanha “Medicamento Verdadeiro”
Para alertar a população sobre os riscos do consumo de medicamentos clandestinos, além de ensinar o consumidor a diferenciar um remédio verdadeiro de um falso, a Anvisa, com o apoio institucional do Ministério da Justiça, lançou a campanha “Medicamento Verdadeiro”. Uma das finalidades da iniciativa é combater a pirataria e contrafação dos produtos de saúde a partir de ações de conscientização. “Ao contrário de um CD ou tênis, no caso dos medicamentos, o dano pode ser a morte”, ressaltou Dirceu Raposo de Mello, diretor-presidente da agência.

“A campanha é uma iniciativa da Anvisa. O Conselho Nacional de Combate à Pirataria (CNCP), do MJ, propõe o combate à pirataria e contrafação de uma maneira geral. Há convicção dentro do conselho, inclusive com a criação e elaboração do primeiro Plano Nacional de Combate à Pirataria (PNCP) em 2005, que a pirataria, por sua complexidade, deve ser enfrentada por diversos campos. Contém medidas voltadas a ter a oferta dos produtos por meio da repressão, mas também tem a necessidade de investigar a demanda. A investigação da demanda se faz por dois caminhos: através de medidas educativas e por meio de medidas econômicas. É nesse conceito que a campanha “Medicamento Verdadeiro”surge com a proposta de levar ao cidadão brasileiro algumas informações sobre os malefícios e riscos que decorrem do consumo de produtos dessa natureza, protagonizando o cidadão nessa luta contra a pirataria a partir do exercício de consumo consciente”, explica André Barcellos, secretário-executivo do Conselho Nacional de Combate à Pirataria e Delitos contra a Propriedade Intelectual (CNCP).

De acordo com Barcellos, a campanha foi elaborada para alertar o consumidor. Os usuários de medicamentos devem adotar mecanismos de segurança, assim exercem o direito ao consumo de forma consciente. “A pirataria, de modo geral, é um problema relacionados ao crime organizado, evasão fiscal, acirra o problema do desemprego e põe a saúde e a segurança do consumidor em risco”.

Douglas Duarte, coordenador técnico-regulatório da Associação dos Laboratórios Farmacêuticos Nacionais (Alanac), 4098095378_41b72055a9afirmou que a entidade, a favor do desenvolvimento sustentável da indústria farmacêutica nacional, apoia a campanha da Anvisa. “A iniciativa promoverá a diminuição da falsificação e desvio de medicamentos, ocorrências que prejudicam a população por não saber se o remédio comprado é ou não verdadeiro, e às indústrias, que podem garantir a qualidade de seus produtos até o momento em que são distribuídos, além de sofrerem com a concorrência desleal e ilegal dos medicamentos falsificados e roubados”, afirma.

De acordo com Duarte, a campanha visa combater a falsificação, roubo e desvio de medicamentos, através dos mecanismos de identificação única de cada remédio que poderá ser rastreado ao longo de toda a cadeia de distribuição até o consumidor final. Contudo, a implementação deste sistema possui diversos desafios a serem vencidos. “Como a administração de um banco de dados que tenha acesso às informações necessárias de cada passo do medicamento, a escolha de ferramentas que possibilitem a identificação individual de cada medicamento e a adesão de todas as drogarias habilitadas a dispensar medicamentos”, avalia.

Mídias
Filipetas, displays, jingles e um filme de 30 segundos para ser televisionado são algumas das formas que o consumidor poderá consultar para diferenciar o produto original do adulterado. A agência também elaborou uma cartilha voltada aos policiais que atuam na repressão e combate à pirataria.

“Toda campanha educativa e de conscientização pressupõem um plano de comunicação e a ANVISA, como idealizadora dessa campanha, tem plano que vai se dar tanto em estabelecimentos farmacêuticos, por meio de cartazes, quanto por inserção em outros veículos de comunicação, como rádio, TV e a própria internet”, esclarece Barcellos.

Na avaliação de Duarte a campanha deve ser muito bem elaborada e o sucesso só poderá ser alcançado caso haja a colaboração de todo o setor. “Os meios escolhidos pela Anvisa são de alta penetração em todas as classes sociais, desde que utilizadas corretamente”. A agência sinalizou que está fazendo reuniões periódicas para atualização das vigilâncias sanitárias estaduais e municipais para que auxiliem nesta campanha.

O secretário-executivo do CNCP também afirmou que o MJ está totalmente à disposição da agência para propagar e reforçar as ações da campanha. “A iniciativa vem em boa hora, em função da preocupação que o Governo tem com o problema da falsificação de medicamentos, pelos riscos que representa não somente a violação dos direitos de propriedade intelectual, mas por representar um risco à saúde”.

Penalidades
As penas aplicadas aos estabelecimentos farmacêuticos que comercializarem medicamentos falsificados estão definidas na Lei 5991/74. A penalidade varia desde o pagamento de multa até a cassação definitiva da ordem para funcionar. Para Duarte, a fiscalização das farmácias e drogarias pela Anvisa e Conselhos Regionais de Farmácia é a ferramenta principal para autuar e penalizar as empresas que comercializem medicamentos alterados, falsificados, adulterados ou fraudados, previsto na legislação.

“Na esfera criminal, teremos que avaliar cada caso. Há uma previsão do Código Penal denominando que a venda, comercialização, exposição, manutenção e estoque de medicamentos falsificados é um crime classificado como hediondo, um crime contra a saúde pública, que tem uma pena mínima estabelecida de 10 anos”, afirma Barcellos.

Consumidor
Diversos fatores, como o preço, acessibilidade e falta de informação, podem levar o consumidor a adquirir um medicamento clandestino. Especialistas afirmam que além dos preços, a boa fé do usuário em acreditar nos benefícios dos medicamentos é outro critério que leva a aquisição.

“Quem compra um medicamento - e isso é o que diferencia o consumo de medicamentos falsificados em relação a outros tipos de produtos falsificados - dessa natureza não sabe que o produto é adulterado. É diferente de um CD, óculos, tênis, roupas, uma contrafação evidente de marcas até pelo local onde se adquire. Quem escolhe um medicamento falsificado não tem ideia dos riscos a que está se submetendo” explica o secretário-executivo do CNCP.

O coordenador técnico-regulatório da Alanac ressalta que a população não tem interesse em adquirir medicamentos irregulares, exceto para fins ilícitos ou na tentativa de burlar os mecanismos de controle de medicamentos sujeitos a controle especial. “Por ser um produto de necessidade básica, o paciente deseja sempre ter a certeza de que o medicamento adquirido é original, registrado na Anvisa e conservado corretamente, para que o efeito terapêutico seja aquele esperado para aquele tratamento”. Duarte alerta que o consumo de medicamentos não registrados, ou que não têm procedência conhecida, pode ser muito prejudicial à saúde. “Agrava-se os sintomas da doença em tratamento, ou ineficácia terapêutica, e ainda pode causar intoxicações severas, que podem colocar em risco a vida do paciente”.

Barcellos informa que qualificar o consumidor sobre os malefícios da pirataria, contrafação e apresentar boas indicações de onde adquirir o medicamento aumenta o poder de decisão na escolha dos produtos e diminui os riscos de afetar irreversivelmente a saúde.

Fonte: Revista Acesso Brasil

thermochromicA Sellerink tem uma gama de tintas reativas, para segurança de embalagens e bulas, tanto para impressão offset como impressão flexográfica UV (inclusive para alumínio), que pode ajudar a coibir a falsificação de medicamentos e outros produtos.

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3set/12

METALGRAFIA – ALIMENTOS ENLATADOS

fonte: Abeaço

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Sardinha em lata é aliada contra o câncer
O peixe enlatado ainda age na prevenção da osteoporose, é fonte de vitaminas e
afasta o risco de tumores
Segundo o best seller “Anticâncer  – Prevenir e vencer usando nossas defesas
naturais”, a sardinha enlatada faz parte da lista de alimentos que auxiliam na
prevenção do câncer. Isso porque esses alimentos, chamados de peixes gordos, têm
alto poder de agir contra os radicais livres e retardar o crescimento das células
cancerígenas.
Estudos ainda revelam que os  riscos de cânceres, como cólon, mama, próstata e rim
reduzem consideravelmente em pessoas que consomem peixe pelo menos duas vezes
na semana.
A sardinha é rica em ômega 3 e é conhecida como uma boa fornecedora de proteína
para o corpo. Além disso, enquanto 100% da sardinha grelhada em casa possui 247
calorias, a mesma quantidade do alimento na lata tem 206, ou seja, 17% de redução
em calorias.
“O peixe quando conservado em óleo de soja ou em azeite na lata não tem seus
nutrientes dissipados, já que o processo de preparação do alimento enlatado é
diferenciado. O peixe é colocado cru dentro da lata e depois de ser hermeticamente
fechada, a embalagem é levada a fornos em altas temperaturas, garantindo ainda
mais a preservação dos nutrientes, como o ômega 3”  – garante Thais Fagury,
engenheira de alimentos.
E os benefícios do alimento não param por aí: as duas versões da sardinha são
abastecidas de vitamina A, niacina, B6 e B12, além de minerais como o ferro, fósforo,
magnésio, sódio e cálcio  – substâncias que atuam diretamente na prevenção de
cânceres e da osteoporose.

Sardinha em lata é aliada contra o câncer

O peixe enlatado ainda age na prevenção da osteoporose, é fonte de vitaminas e
afasta o risco de tumores.

Segundo o best seller “Anticâncer  – Prevenir e vencer usando nossas defesas naturais”, a sardinha enlatada faz parte da lista de alimentos que auxiliam na prevenção do câncer. Isso porque esses alimentos, chamados de peixes gordos, têm alto poder de agir contra os radicais livres e retardar o crescimento das células cancerígenas.

42-20906770Estudos ainda revelam que os  riscos de cânceres, como cólon, mama, próstata e rim reduzem consideravelmente em pessoas que consomem peixe pelo menos duas vezes na semana.

A sardinha é rica em ômega 3 e é conhecida como uma boa fornecedora de proteína para o corpo. Além disso, enquanto 100% da sardinha grelhada em casa possui 247 calorias, a mesma quantidade do alimento na lata tem 206, ou seja, 17% de redução em calorias.

“O peixe quando conservado em óleo de soja ou em azeite na lata não tem seus nutrientes dissipados, já que o processo de preparação do alimento enlatado é diferenciado. O peixe é colocado cru dentro da lata e depois de ser hermeticamente fechada, a embalagem é levada a fornos em altas temperaturas, garantindo ainda
mais a preservação dos nutrientes, como o ômega 3”  – garante Thais Fagury, engenheira de alimentos.

E os benefícios do alimento não param por aí: as duas versões da sardinha são abastecidas de vitamina A, niacina, B6 e B12, além de minerais como o ferro, fósforo, magnésio, sódio e cálcio  – substâncias que atuam diretamente na prevenção de cânceres e da osteoporose.

Milho enlatado é 40% menos calórico que o alimento cozido em casa

Alimento tradicional no cardápio do consumidor brasileiro, o milho, além de saboroso, é um ingrediente muito utilizado na culinária. O que muitos não sabem é que sua versão em lata é menos calórica do que o milho in natura, além de ser saudável e nutritiva.

Enquanto 100g do alimento cozido em casa possui 108 calorias, a mesma quantidade na lata tem apenas 64 calorias.

milhoA explicação é bastante simples: quando cozida, a espiga transmite gordura e carboidrato para o grão, aumentando assim o nível calórico. Como o processo de cozimento do milho enlatado não inclui a espiga, proporciona uma redução significativa nesses níveis de carboidrato e gordura.

O milho na lata é retirado da espiga, lavado, acondicionado em água e sal e cozido dentro da própria embalagem, o que garante um alimento seguro, livre de  bactérias ou qualquer outro tipo de microorganismo.
E as vantagens não param por aí.

O milho em lata ainda possui um teor de cálcio duas vezes maior que o in natura, já que todos os nutrientes são conservados pela hermeticidade da lata de aço.

A Sellerink tem uma extensa família de produtos para impressão metalgráfica, totalmente alinhados com as últimas tendências internacionais sobre os cuidados com as tintas que compõem embalagem para alimentos, seja na impressão convencional ou na impressão com cura ultravioleta.

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27mar/12

METALGRAFIA

Fonte: Abeaço
Tomate em lata dispensa o uso de conservantes
químicos e possui 3x mais licopeno que o in
natura
Ingrediente fundamental na pizza e inquestionável em  uma boa
macarronada, o tomate é um importante alimento na vida das pessoas.
Além de ser rico em licopeno, substância que combate os radicais livres,
retarda o envelhecimento e atua na prevenção do câncer, pesquisas
mostram que o tomate pode ser aliado no combate a resfriados e no
aumento da imunidade.
Para os apreciadores do alimento, a Abeaço (Associação Brasileira de
Embalagens de Aço) traz uma boa notícia: “os tomates enlatados
possuem 3 vezes mais licopeno que os tomates frescos, além de
dispensarem  o uso de conservantes químicos e durarem mais tempo
que os tomates in natura. O tomate em lata ainda preserva a vitamina C
presente no alimento, pois a embalagem de aço o protege da ação da
luz”, garante Thais Fagury, engenheira de alimentos da Abeaço.
A ABEAÇO - Associação Brasileira de Embalagem de Aço  -foi criada em
maio de 2003 para fortalecer o mercado de embalagem de aço e dar
suporte técnico e mercadológico a seus fabricantes. A entidade busca
aproximar interesses de toda a cadeia produtiva para desenvolver
soluções, produtos e negócios para os seus associados, no Brasil e no
exterior.

Desde sua fundação, a Sellerink pesquisa, desenvolve, produz e customiza produtos voltados a indústria Metalgráfica.

Além de ser uma importante unidade de negócios para a Sellerink, a família de produtos para Metalgrafia nos dá  muito mais que retorno comercial. Trata-se de um setor com constantes desafios, pois emprega tecnologia de ponta na produção de latas em benefício do ser humano. Precisa de fonte mais motivante?

canned_foodA lata de aço é a melhor embalagem para diversos produtos, mas vamos nos ater um pouco mais sobre os alimentos. Alimentos enlatados são tão bons, que em muitos casos, tornam-se melhores ainda que os alimentos in-natura. Isto porque a lata de aço os protege e permite um processamento eficiente e higiênico, com longo prazo de validade.

A Sellerink tem uma completa família de produtos para Metalgrafia, produtos estes que atendem a todas as exigência do mercado de alimentos, com certificações internacionais e laudos dos mais renomados laboratórios. Tudo isso para fazer parte da embalagem que permite o armazenamento, transporte e conservação de alimentos com toda segurança e praticidade, há mais de 200 anos.

Tomate em lata dispensa o uso de conservantes químicos e possui 3x mais licopeno que o in natura

Ingrediente fundamental na pizza e inquestionável em  uma boa macarronada, o tomate é um importante alimento na vida das pessoas.

DSC008081Além de ser rico em licopeno, substância que combate os radicais livres, retarda o envelhecimento e atua na prevenção do câncer, pesquisas mostram que o tomate pode ser aliado no combate a resfriados e no aumento da imunidade.

Para os apreciadores do alimento, a Abeaço (Associação Brasileira de Embalagens de Aço) traz uma boa notícia: “os tomates enlatados possuem 3 vezes mais licopeno que os tomates frescos, além de dispensarem  o uso de conservantes químicos e durarem mais tempo que os tomates in natura. O tomate em lata ainda preserva a vitamina C presente no alimento, pois a embalagem de aço o protege da ação da luz.

Feijoada em lata é quase 30% menos calórica que a caseira

Com menos gordura, a iguaria enlatada apresenta grandes benefícios

Mais tradicional prato brasileiro, a feijoada, além de muito saborosa, é normalmente sinônimo de calorias e gordura. Para apreciadores da iguaria preocupados com a saúde, uma ótima notícia: a feijoada enlatada tem quase 30% menos calorias que a preparada em casa.

Enquanto 100 gramas da feijoada caseira possui 152 calorias, a mesma medida da enlatada tem apenas 108.

feijoadaE os benefícios não param por aí. A quantidade da vilã gordura saturada é 58% menor na lata (cerca de 2,5g/100g de feijoada, contra 6g na versão caseira). O temido colesterol aparece com 17mg/100g de feijoada na versão enlatada, enquanto que na caseira são 30mg, representando uma redução de 43%.

A feijoada em lata ainda tem um teor de fibras mais alto, de cerca de 3,5g/100g, sendo que na caseira o teor é de apenas 1,5g/100g.

Tudo isso graças à diferença do processo de preparação do prato. “Para preparar a feijoada caseira, por exemplo, é utilizado óleo, para fritar alguns conteúdos. Para a preparação na lata, todos os ingredientes são colocados crus dentro dela. Depois de ser hermeticamente fechada, ela é levada a fornos em alta temperatura, e o processo de cozimento acontece como se fosse uma panela de pressão”, afirma Thais Fagury, engenheira de alimentos da Abeaço. Os nutrientes e vitaminas são, então, preservados com os alimentos na lata, não sendo dissipados no ambiente.

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logo_abeacoA ABEAÇO - Associação Brasileira de Embalagem de Aço  -foi criada em maio de 2003 para fortalecer o mercado de embalagem de aço e dar suporte técnico e mercadológico a seus fabricantes. A entidade busca aproximar interesses de toda a cadeia produtiva para desenvolver soluções, produtos e negócios para os seus associados, no Brasil e no exterior.
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Sellerink apóia todas as ações da Abeaço.

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